É sabido que o clã Bolsonaro não tem qualquer apreço pelo estudo, pela leitura, pelo desfrute da arte, pelo desenvolvimento científico e tecnológico, enfim por atividades que exijam algum esforço cerebral.
Para aquela turma, qualquer coisa que movimente neurônios ou faça pensar é cansativa e, se for exercida pelos outros, é perigosa.
Se tivesse lido ou estudado, o filho ZeroTrês Eduardo Bolsonaro saberia a ojeriza despejada na sociedade brasileira pela figura do ‘traidor da pátria’.
Não é sem razão que os nomes de Calabar e Silvério dos Reis atravessam os séculos como uma formas de insulto.
Pois bem.
Tendo a covardia, o colaboracionismo, o interesse próprio e a paixão pelos Estados Unidos como motores, o ZeroTrês abandonou o mandato de deputado federal e, de malas e cuias, mudou-se para aquele país com o objetivo de prejudicar a sua própria Terra e, se possível, submetê-la às vontades de Washington.
Assim, lançando mão da insídia, da mentira, das fakes News, da intriga e de todos os subterfúgios, o ZeroTrês Eduardo Bolsonaro plantou a discórdia e, na sequência, orientou a indisposição dos Estados Unidos contra o Brasil, inclusive as atuais chantagem e as ameaças de embargo.
Parece que, já inscrito no panteão da traição ao lado de Calabar e Silvério dos Reis, o traíra Eduardo Bolsonaro vai enfrentar problemas mais cedo do que imagina.
Com efeito, ao tempo que o governo brasileiro resiste bravamente às chantagens da Casa Branca, cresce uma movimentação para punir a traição do ZeroTrês.
Neste sentido, lembrando a violação do artigo 141 do Código Penal Militar (promover entendimentos com país estrangeiro para gerar conflito ou divergência com o Brasil) e acrescentando outros delitos (coação no curso do processo, obstrução de justiça, abolição violenta do Estado Democrático de Direito e atentado à soberania nacional), os líderes do governo no Senado e na Câmara dos Deputados pediram que o Supremo Tribunal Federal (STF) instale um processo contra o traidor Eduardo Bolsonaro, cuja pena é 24 anos de prisão).
Os mais bem informados juram que, ao saber do novo processo, Eduardo Bolsonaro vai se dizer ‘perseguido pela Corte de Moraes’.
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