Há poucas horas, na madrugada desta 6ª feira, 13 de junho de 2025, não satisfeito com farto sangue que corre no Holocausto promovido pelas Forças de Defesa de Israel contra a população palestina confinada em Gaza, o demoníaco Primeiro-ministro Benjamin Netanyahu ordenou ataque de grande proporção contra Teerã e outras cidades do Irã.
Atacou e sabendo que, mais cedo ou mais tarde, virá uma retaliação igualmente dura, decretou estado de emergência.
Em seu brutal ataque ao Irã, Israel provocou a morte do chefe do Estado-Maior das Forças Armadas do Irã, Mohammad Bagheri, do chefe do Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica Hossein Salami e do cientista Fereydoon Abbasi, ex-chefe da agência nuclear nacional.
Como esperado, de imediato, o líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, avisou ao mundo que Israel acabara de preparar “um destino amargo, que certamente receberá”. Aliás, horas após a agressão de Israel, as Forças Armadas do Irã afirmaram que sua resposta “não terá limites”.
Não se sabe exatamente o que isto quer dizer.
Sabe-se apenas que uma nova guerra está começando e muita gente inocente vai sofrer (de ambos os lados).
Não deve ser fácil ser filho de Benjamim Netanyahu.
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