Gente que entende do ‘Lado escuro’ (o chamado ‘Dark side’) afirma que há uma estreita conexão (quase filial) entre Benjamim Netanyahu e Satanás rei das trevas.
Embora este tipo de assunto passe ao largo das minhas preocupações, não posso deixar de dizer que a observação faz todo sentido.
Afinal de contas, impulsionadas pelo ódio demoníaco do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, as Forças de Defesa de Israel vêm cometendo um brutal Holocausto contra a indefesa população palestina confinada na Faixa de Gaza.
De fato, só a cabeça de um ser maligno, representante do Mal sobre a face da Terra, veria justificativa para lançar um exército preparado e armado até os dentes contra um povo desarmado, matando, mutilando, ferindo e fazendo sofrer velhos, mulheres, grávidas, crianças e bebês, num genocídio que já custou a vida de quase 70 mil pessoas, a destruição de quase 10 mil imóveis e, além de despertar justo sentimento antissionista por toda a parte, fez a comunidade internacional erguer a voz para (sem sucesso, diga-se de passagem) exigir a interrupção da violência desnecessária.
Aliás, nos últimos dias, até o insensível governo dos Estados Unidos, advertiu Israel para evitar a ofensiva planejada por Netanyahu contra Rafah, uma espécie de ‘campo de concentração’ onde se refugiam mais de um milhão de palestinos.
Enquanto as tropas de Natanyahu continuam a matança sem freios, o clamor contra o genocídio transborda as fronteiras do mundo árabe e alcança todos os continentes, levando a que governos de países importantes – como França, Colômbia, Espanha, África do Sul e tantos outros – manifestem o seu repúdio ao governo de Israel, seja cortando relações diplomáticas, seja suspendendo a venda de armas, seja levando o Holocausto à Justiça internacional (que, vale frisar, já decretou a prisão do genocida Benjamin Netanyahu).
Agora, é hora de o governo brasileiro, pública e concretamente, condenar a postura de Israel e, mais ainda, apoiar a criação de um Estado Palestino.
Com efeito, de modo a deixar muito clara a sua posição contra o Holocausto da população palestina, o Brasil precisar romper as relações diplomáticas e econômicas com Israel (pelo menos até que o governo de Tel Aviv pare a carnificina), reconheça os direitos nacionais, civis e humanitários do povo palestino e, claro, reconheça o Estado Palestino.
NÃO AO GOVERNO DE BENJAMIM NETANYAHU.
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