Com algum estardalhaço a mídia noticiou a morte em Gaza de um cidadão brasileiro que estava a serviço das Forças de Defesa de Israel.
O nome do defunto não será citado em respeito aos brasileiros, que, obviamente, não merecem ser contaminados com as imbecilidades deste tipo de idiota.
Aconteceu com este cara algo parecido com outros três facínoras, que outro dia morreram na frente de batalha na Ucrânia.
Morreram foi? Bem feito.
Confesso que não consigo sentir pena deste tipo de gente.
Afinal de contas o que teria levado estes brasileiros à guerra em países estrangeiros? Provavelmente, na condição de reles mercenários, tinham vendido seus serviços de matador a mercadores da morte e, neste caso, seu desaparecimento em combate se tratou de simples e previsível acidente de trabalho em atividade perigosa e, portanto, não merece sequer uma coroa de flores para marcar a passagem.
Por outro lado, o que estariam fazendo estes mercenários na frente de batalha? Estariam em engajados na promoção da paz ou no atendimento às populações vitimadas pela guerra? Claro que não. Eles estavam lá para matar, esfolar, mutilar, torturar, enfim espalhar dor e sofrimento.
Que tipo de homenagem merece este tipo de gente? Nenhuma.
Aliás, se, de um lado, as guerras não deveriam existir (e, portanto, nenhuma pessoa deveria estar em frente de batalha), de outro [lado], a profissão de mercenário deveria ser proibida.
A rigor, o melhor serviço que os mercenários poderiam prestar a Humanidade seria simplesmente morrer e, mais ainda, morrer no anonimato para não envergonhar seus compatriotas.
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