Sem controlar o desejo de sangue e de açambarcar as riquezas alheias, neste começo de ano, os Estados Unidos impõem ao mundo mais uma guerra de rapina e, tal como fizeram com o Iraque, inventaram uma notícia esfarrapada para invadir a Venezuela.
Com efeito, depois de preparativos abertos sem que o Mundo esboçasse reações consistentes, na madrugada deste sábado, 03 de dezembro de 2026, sob o comando remoto de Donald Trump, os Estados Unidos bombardearam Caracas, dando início a mais uma guerra – um episódio sangrento, que confirma o papel deletério cumprido pelos Estados Unidos na história mundial.
Segundo nota distribuída pelo próprio Donald Trump, “os Estados Unidos da América realizaram com sucesso um ataque de grande escala contra a Venezuela e seu líder, o presidente Nicolás Maduro, que foi capturado, juntamente com sua esposa, e retirado do país por via aérea.”
Da nota distribuída pela Casa Branca, só está confirmado o brutal ataque aéreo contra Caracas (daquele pessoal, pode-se esperar qualquer mentira). Ainda é muito cedo para qualquer conclusão. De certo, sabe-se apenas que 1) sem qualquer freio moral, os Estados Unidos não pensam duas vezes antes de usar a violência para roubar riquezas alheias; 2) de índole belicosa, os Estados Unidos adoram estar em guerra contra países fracos militarmente; 3) os Estados Unidos são governados por um louco que, por mais de uma vez, declarou estar de olho no petróleo do Vale do Orenoco; 4) a Venezuela conta com um exército poderoso e tem alianças militares importantes, como com a Rússia, China, Irã e Coreia do Norte.
Os acontecimentos das próximas horas serão decisivos e indicarão o tipo de conflito que o mundo terá no norte da América do Sul.
De qualquer forma, o governo Lula precisa se manifestar contra a guerra, especialmente porque, se açambarcar o petróleo da Venezuela, o próximo passo da cobiça estadunidense será conquistar o norte do Brasil para assumir a água potável, a biodiversidade e as riquezas da margem equatorial.
O momento é de muito perigo.
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