À questão ‘por que os professores costumam ser de Esquerda?’, quase sempre cabe a resposta ‘porque estudaram’.
Parece ofensivo, mas é a pura realidade.
De modo geral, em função da sua aversão aos livros e ao estudo, além de rejeitar a ciência, a turma da Direita não é chegada à Arte e à Cultura – para aquela turma, arte e cultura ‘é coisa de comunista’.
Não causou surpresa, portanto, a reação dos bolsonaristas ao sucesso do longa-metragem ‘O agente secreto’, que vem orgulhando o Brasil, ganhando prêmios por todas as parte do mundo.
Ora, se tentaram boicotar as sandálias havaianas apenas porque, numa mera peça publicitária, a atriz Fernanda Torres (também premiada internacionalmente e, portanto, no dizer dos broncos, ‘comunista’) recomendava entrar no ano novo com os dois pés (e não com o pé direito como é mais comum falar), imagine o que não vão tentar fazer com ‘O agente secreto’?
O jogo vai ser pesado, especialmente porque o diretor do filme é um nordestino (Kleber Mendonça Filho é pernambucano).
Dando o tom das agressões, vociferando ódio, o histriônico Silas Malafaia liberou sua habitual truculência para insuflar os demônios contra o filme e conclamar o rebanho (um gado patético e, igualmente, ignorante) a não assistir a obra.
Enquanto os coitados se entrincheiram nas valas da ignorância, as pessoas ‘normais’ se deleitam com a arte, adquirindo mais cultura e, assim, se aproximando do mundo de alegria, de conhecimento, de sensibilidade e de ternura, que integram o universo da Humanidade tão comum às esquerdas.
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