Junto com palavras-de-ordem como ‘combate ao narcotráfico’, ‘luta pela Democracia’, ‘combate ao Comunismo’, ‘Deus, família e honra’ e outros chavões ridículos, a extrema-direita tem se inspirado no ‘combate à corrupção’ para agir quase impunemente em jornadas de subserviência, golpismo e entreguismo ao longo dos tempos.
Não foi diferente com a Operação LavaJato, que, sob a desculpa de estar combatendo a corrupção, pavimentou a estrada ao golpe de 2016, debilitou a Petrobrás e quase destruiu a Engenharia pesada brasileira.
Embora evidentes, muita gente deixou de perceber os sinais golpistas e entreguistas da LavaJato, passando a verificá-los aos pouquinhos com o passar do tempo.
Agora, confirmando tudo sabido há tempos pela banda pensante da sociedade, vem à tona as ‘provas do crime’ – documentos mostram uma longa série de vistos concedidos a representantes dos EUA entre 2015 e 2017 – inclusive aos agentes do FBI Michele Marie Tucker, Michael Roderick, Mark Schweers e Jeff Pfeiffer e ao adido Steven L Moore, que estiveram várias vezes em Curitiba para combinar a agenda da Operação LavaJato com o Juiz Sérgio Moro e com o procurador Deltan Dallagnol.
Em outros países, os crimes lesa-pátria cometidos pela dupla seriam punidos com a pena capital sumariamente aplicada.
No Brasil, se aproveitando das brechas da lei e do suporte politico garantido pela extrema-direita, os traidores vêm se esgueirando pelas esquinas da vida à espera do inevitável julgamento da História.
Apesar de tudo, a sentença virá.
É apenas uma questão de tempo.
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