Jair Bolsonaro – que jactava o seu ‘passado de atleta’ para enfrentar irresponsavelmente o coronavírus e, depois, insinuava a idade de Lula para se dizer melhor preparado para cumprir o mandato presidencial em curso – é um ser alquebrado, tomado pela doença, pela velhice e pela maldade.
No dizer da propaganda bolsonarista, ele era imbrochável, inoxidável e tudo o mais. Um verdadeiro super-homem.
Ao final, como o resto da história bolsonarista, era tudo fake, tudo balela.
Na realidade, Jair Bolsonaro é um velho frágil, cuja saude o torna inepto para qualquer tarefa.
Não passaria em qualquer teste de aptidão física (ou de sanidade psicológica, mas isso é outra história).
Ninguém sabe o quê aconteceu durante sua permanência no Planalto, mas, nestes últimos três anos, revelou-se um hipocondríaco, cliente habitual de hospitais.
Naturalmente, dado o desconto das vezes nas quais se hospitalizou para fugir de responsabilidades políticas e judiciais, o velho Jair é um ser combalido e desmilinguido.
Agora, ao que parece, aproveita a ida à hospitais como forma de quebrar a monotonia do dia-dia enfadonho do cárcere.
Que continue as idas e vindas ao hospital. Que tome as injeções necessárias, preferencialmente de Benzetacil.
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