Jair Bolsonaro é um ser doente. Um doente pleno. Corpo doente. Mente doente. Alma doente. Das doenças que acometem Jair Bolsonaro, os males do corpo são os menos graves.
Aliás, ontem, dando trabalho extra para a equipe médica do hotel-hospital DF Star, Jair Bolsonaro deu uma escapadela da prisão domiciliar preventiva que cumpre por obstrução de justiça (um processo em andamento que, ainda não foi julgado e deverá render-lhe mais alguns anos de cadeia) e, além de exames de rotina, deu sequência ao tratamento do câncer de pele.
Segundo o boletim divulgado pelo hotel-hospital, tratando o quadrúpede como ‘um senhor de 70 anos que passou por diversas intervenções cirúrgicas’, a retirada de ‘oito lesões cutâneas’ (gentil nome dado pelo vernáculo médico às manchas cancerígenas) “ocorreu sem intercorrências e dentro do esperado” (observação que, no jargão médico, pode significar qualquer coisa), mas os exames laboratoriais e o exame de imagem revelaram alguns problemas, incluindo um quadro geral de anemia por deficiência de ferro e a persistência de pneumonia por broncoaspiração.
Chama atenção o fato de, provavelmente orientado pela banca de juristas que acompanha o golpista-genocida Jair Bolsonaro, o boletim médico destacar que “Ele está bastante fragilizado por essa situação toda”, acrescentando, de novidade, que foi identificada “um pouco de anemia por ter se alimentando mal neste último mês”.
Sobre a anemia detectada nos exames, um piadista observou que o culpado é o ministro Alexandre de Moraes por não ter aplicado todo o ferro possível. Uma coisa é certa: de tão cercado por mentiras, não se sabe se, a condenação privou Jair Bolsonaro de enfrentar uma campanha para a qual não teria preparo físico ou se os médicos estão criando argumentos para poupar-lhe a merecida temporada na Papuda.
Alguns médicos dizem que, em nome da responsabilidade social da medicina, o quadrúpede deveria ser liberado com a recomendação da receber duas injeções diárias de Benzetacil…
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