Com o pleno suporte – um aparato que inclui apoio politico, diplomático e operacional, com fornecimento de informações, armas e tudo o mais – dos Estados Unidos, o governo terrorista e genocida de Benjamim Netanyahu prossegue o holocausto da população palestina confinada em Gaza.
O lance mais recente de grande repercussão na mídia mundial foi o bombardeio do hospital Nasser, em Khan Yunis, na Faixa de Gaza, não destruindo-o, mas, também, despedaçando vinte pessoas, incluindo cinco jornalistas, entre os quais [estavam] correspondentes da Reuters, da Associated Press e da Al Jazeera.
A sanha sanguinária do sionismo representado atualmente pela legião comandada por Benjamim Netanyahu é ilimitada e, de certa forma, indescritível, pois, qualquer que seja o idioma, faltam palavras para descrever a crueldade das Forças de Defesa de Israel – as quais, cumprindo as ordens dos demônios de Tel Aviv, sem qualquer tipo de respeito pela vida, torturam, mutilam e assassinam velhos, mulheres, gestantes, nutrires, adolescentes imberbes, crianças e bebês de colo.
Parodiando golpistas brasileiros, seria possível dizer que ‘quem apoia terrorista, terrorista é’ e, neste caso, estariam incluídos Donald Trump, os principais líderes da União Europeia e, também, [os principais líderes] dos países da chamada ‘Democracia Ocidental.
O interessante é que, do alto da sua arrogância, a Casa Branca nunca cogitou aplicar a tal Lei Magnitsky em qualquer destes terroristas genocidas.
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